Fotografia por: ESL/Adela Sznajder

O ano competitivo da Movistar Riders chegou ao fim e Alejandro “mopoz” Cano apontou aquilo que a equipa necessita para se reerguer em 2023.

Ainda a colher os frutos de um 2021 onde fez história com as qualificações inéditas para um Major e para a ESL Pro League, o 2022 dos Jinetes arrancou com a presença em Katowice e o apuramento falhado para o Major de Antuérpia.

Após conquistar a RTP Arena Cup, seguiram-se os melhores meses da equipa espanhola com o Top 8 na EPL e as meias-finais alcançadas da IEM Cologne como principais destaques, escalando até à posição #5 no ranking mundial da HLTV.

Desde a transferência de Sunpayus para a ENCE no Verão, a Movistar Riders nunca mais recuperou o ímpeto que tinha e, depois de colmatar a saída com Martinez, apostou mais tarde em sausol para render DeathZz e tentar recuperar o nível.

Sem grandes resultados para apresentar no último terço do ano, os Jinetes viram a SAW, o seu principal rival, negar-lhe presenças em fases mais avançadas do Elisa Invitational Fall e ESL Masters España, ficando com um sabor amargo na boca.

“Muitas alegrias e frustrações durante o ano”, começou por referir mopoz num desabafo onde afirma que fecharam mal os últimos meses e que é altura de refletir, indicando que necessita de aumentar o seu rendimento se querem ganhar e competir.

“Tenho de encarar 2023 de outra forma, cuidar das rotinas diárias para ultrapassar esta situação e estar bem, tanto a nível anímico como desportivo”, concluiu o veterano espanhol antes de deixar agradecimentos a todos pelo que viveu em 2022.

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