A nova versão da tecnologia de reconstrução e renderização neural da Nvidia, a DLSS 5, chegou às mãos dos jogadores de forma não oficial através da biblioteca DLL do NBA 2K27.
A comunidade de PC Gaming começou de imediato a injetar a ferramenta em vários jogos para testar o sistema de iluminação fotorrealista e materiais gerados por inteligência artificial.
A tecnologia, pelo menos a versão que foi obtida, apresenta sete pré-definições com diferentes níveis de intensidade de renderização neural, permitindo ajustar a agressividade do filtro AI.
A aplicação do DLSS 5 sem otimização oficial está a cortar os FPS praticamente para metade em várias placas gráficas.
Testes em jogos como Control, Final Fantasy VII Rebirth, Cyberpunk 2077 e The Last of Us Part 2 geraram forte controvérsia.
Enquanto a iluminação em certos cenários recebe elogios, a alteração nas feições e texturas de personagens está a ser apelidada de “deformante” ou “horripilante” por utilizadores em vários fóruns de discussão.
Anunciada em março de 2026, a tecnologia tinha já sido defendida pelo CEO da Nvidia, Jensen Huang, que rejeitou as críticas iniciais sublinhando que a DLSS 5 funde a geometria e o controlo 3D originais com a capacidade generativa da IA.
Apesar de se tratar de software não finalizado e extraído antes do lançamento oficial, a fuga reabriu o debate sobre os limites da intervenção de modelos generativos na direção artística original dos videojogos.
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