Figura incontornável dos cenário de esports, Faker abriu o jogo sobre a sua ascensão ao topo do LoL.
Lee “Faker” Sang-hyeok, o atleta com o maior palmarés internacional da história do League of Legends, contextualiza a sua ascensão ao topo como resultado direto das limitações financeiras que enfrentou na infância.
O ambiente socioeconómico complicado serviu de mecanismo de foco, acabando o jogador por se concentrar quase exclusivamente nos videojogos:
“Se eu tivesse crescido num ambiente rico, talvez fosse pior nos jogos. Provavelmente teria-me tornado noutra pessoa que não o ‘Faker’.”
Esta conversa inédita surgiu na primeira parte da entrevista:
As declarações foram proferidas numa entrevista à MBC PLAYGROUND, a plataforma digital da principal rede de radiodifusão sul-coreana (MBC), dedicada à transmissão de programas de debate e entrevistas aprofundadas com figuras de relevo.
Durante a conversa, o jogador estabeleceu uma relação direta entre a sua origem e o seu nível de conhecimento no MOBA da Riot:
“Se eu fosse rico, poderia jogar na mesma, mas quando se é rico, tem-se muito mais opções à disposição.”
A escassez material funcionou como o principal catalisador para a sua hiperespecialização.
A ausência de alternativas de lazer permitiu uma dedicação obsessiva ao jogo.
Verdade é que o jovem com infância difícil se tornou numa das maiores figuras dos esports em todo o mundo e referência para milhões de jogadores à volta do globo.
Desde que se estreou profissionalmente em 2013, já conquistou por 6 vezes os Worlds, considerado maior evento de esports do mundo.
Na segunda parte da entrevista foram também abordados temas como IA e o desafio de Elon Musk à T1: