Chris Greeley, Global Head de LoL Esports, aprofundou a análise sobre a reestruturação do calendário competitivo em 2026.
O First Stand, consolidado como o terceiro evento internacional, passou de uma fase experimental com cinco equipas na Coreia para um formato de oito equipas em séries Best-of-Five (Bo5) em 2026.
Esta edição foi um sucesso, contando com um pico de visualizações superior a 1,5 milhões na final a 4 jogos entre BLG e G2 Esports.
Depois do evento, Chris Greeley, fez uma análise ao torneio, bem como ao calendário futuro do circuito do League of Legends.
A Riot Games admite que o evento serve para testar narrativas, citando os percursos de CFO e Karmine Corp como exemplos de progressão competitiva bem-sucedida.
Um dos pontos críticos abordados foi a lacuna de confrontos diretos entre LCS e LEC. Greeley reconhece que os fãs ocidentais exigem mais competições inter-regionais e que a Riot procura formas de integrar estas rivalidades no calendário.

Fotografia por: Moon Suwon/Riot Games
A tal estratégia de expansão deverá inspirar-se no modelo do futebol inglês, onde coexistem múltiplas competições paralelas.
Esta abordagem visa satisfazer a procura das equipas por mais jogos e dos fãs por mais transmissões, sem comprometer a integridade física dos atletas.
A integração de organizadores externos é vista como uma vantagem estratégica.
Segundo Greeley, o ecossistema de terceiros permite à Riot Games variar formatos, transmissões e localizações através de parceiros, algo que seria difícil de executar unilateralmente.
A decisão de limitar ou expandir estas participações será baseada no feedback direto dos jogadores sobre o equilíbrio entre competição e desgaste.
Esta é uma clara mudança de rumo por parte da empresa que até 2024 manteve o circuito profissional de LoL totalmente fechado, mas começou entretanto a abrir oportunidades a novos organizadores de torneios.
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